Bateu Matou anunciaram a data da segunda edição de “O Nosso Baile”
Bateu Matou anunciou a segunda edição de "O Nosso Baile" para 29 de março na Casa Capitão, com música, dança e a cachupa da Tia Lucena.
Redação PORTA B
26 de fevereiro de 2026

Bateu Matou anunciaram a data da segunda edição de “O Nosso Baile”
Depois do estrondoso sucesso da primeira edição, os Bateu Matou preparam-se para trazer de volta o ritmo, a festa e a união em mais uma jornada inesquecível. A segunda edição de “O Nosso Baile” está marcada para o próximo dia 29 de março e promete transformar novamente a Casa Capitão, em Lisboa, num epicentro de música, dança e celebração colectiva.
Com uma proposta que vai muito além de um simples concerto, “O Nosso Baile” consolida-se enquanto residência mensal da banda, proporcionando encontros únicos onde a música ao vivo, a gastronomia e a partilha emocional estão no centro das atenções. Este evento, que rapidamente conquistou o público, é já uma data obrigatória para quem procura uma experiência cultural diferenciada e cheia de alma.
Uma tarde de festa e sabores
Seguindo a fórmula de sucesso da estreia, que ocorreu no último domingo, a segunda edição de “O Nosso Baile” volta a ser mais do que apenas um concerto. O evento terá início com um DJ set no terraço da Casa Capitão durante a tarde, aquecendo os ânimos para o espetáculo ao vivo que acontece mais tarde no recinto, apelidado de “Concerto Bateu Matou no Chão”.
À experiência musical, junta-se ainda a componente gastronómica, que promete ser um dos grandes atrativos do dia. Se na primeira edição os participantes foram surpreendidos pelo irresistível sarapatel da Tia Flávia, desta vez será a Tia Lucena a brilhar, com a sua famosa cachupa, um prato tradicional cabo-verdiano que promete reconfortar o estômago e aquecer os corações. Esta fusão de sabores e sons reforça o espírito familiar e comunitário que os Bateu Matou pretendem transmitir com a iniciativa.
A força das percussões e a energia do “EP 1”
O concerto, momento alto do evento, será uma celebração da identidade sonora única dos Bateu Matou. Conhecidos pela sua abordagem inovadora que funde percussões tradicionais portuguesas com eletrónica contemporânea, a banda apresenta ao vivo temas já clássicos do seu repertório, mas não só. O destaque desta edição vai também para as músicas do mais recente trabalho do grupo, o “EP 1”, lançado em janeiro deste ano.
Este registo mais recente tem sido aclamado pela crítica, destacando-se pelo seu dinamismo e pela capacidade de articular ritmos tradicionais com uma modernidade vibrante, que desafia qualquer ouvinte a ficar parado. O público pode, por isso, esperar uma performance enérgica e visceral que promete envolver todos os presentes, transformando o concerto numa verdadeira catarse colectiva ao ritmo do batuque.
Uma celebração de união e comunidade
“O Nosso Baile” não se limita a ser mais uma festa ou um espetáculo musical. É, antes de tudo, uma experiência de partilha e união, que converge música, gastronomia e um imenso sentido de comunidade num só espaço. Com a Casa Capitão como palco privilegiado, o evento proporciona um ambiente acolhedor e intimista, perfeito para reunir amigos, famílias e estranhos que rapidamente se tornam cúmplices de uma celebração genuína.
A escolha de realizar os eventos ao domingo também não é por acaso. Este dia da semana, tradicionalmente associado ao descanso e à convivência familiar, casa perfeitamente com o espírito de “O Nosso Baile”, que procura resgatar e renovar essa ideia de encontro e pertença.
Com a segunda edição a poucos dias de distância, a antecipação já se faz sentir entre os admiradores dos Bateu Matou e não só. A promessa de uma tarde cheia de boa música, comida saborosa e um ambiente contagiante é suficiente para fazer crescer a expectativa em torno deste evento que, tudo indica, veio para ficar.
Se ainda não teve a oportunidade de participar na primeira edição, ou se quer repetir a experiência, “O Nosso Baile” regressa no dia 29 de março para mais uma celebração onde o único requisito é deixar-se levar pelo ritmo e pela alegria do momento.
PORTA B — Jornalismo Cultural Independente | 26 de fevereiro de 2026
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