Calema regressam ao MEO Marés 2026
Calema regressam ao MEO Marés em 2026, atuando a 19 de julho após um concerto esgotado na edição anterior, consolidando-se como ícones da música lusófona.
Redação PORTA B
7 de abril de 2026

Calema regressam ao MEO Marés 2026
Os Calema, uma das maiores referências da música lusófona contemporânea, estão de volta ao palco do MEO Marés Vivas em 2026. A dupla, composta pelos irmãos António e Fradique, irá atuar no dia 19 de julho, prometendo repetir o êxito que conquistou na última edição do festival, onde o público respondeu com entusiasmo a um concerto inesquecível, marcado por energia, emoção e uma lotação esgotada.
Um percurso brilhante na música lusófona
Com raízes em São Tomé e Príncipe e uma carreira consolidada em Portugal, os Calema acumulam êxitos que ultrapassam fronteiras. Canções como “A Nossa Vez”, “Te Amo”, “Vai”, “Maria Joana” e “Onde Anda” tornaram-se verdadeiros fenómenos, somando milhões de streams e visualizações em plataformas digitais. Estes temas, que abordam o amor, a saudade e a celebração da vida, têm vindo a conquistar audiências em mercados tão diversos como os PALOP, França e várias outras geografias.
O impacto da banda não se limita aos números. A sua música, carregada de mensagens universais e melodias contagiantes, conseguiu criar uma ligação genuína com o público, algo que se reflete nos seus espetáculos ao vivo. Em cada atuação, os irmãos demonstram uma capacidade única de empatia, transformando os seus concertos em momentos de partilha e comunhão.
O regresso esperado ao festival
A edição de 2026 do MEO Marés Vivas promete ser uma das mais memoráveis. O regresso dos Calema surge como um dos momentos mais aguardados do cartaz, que tem vindo a ganhar dimensão e diversidade. No último ano, a dupla reafirmou o seu estatuto de fenómeno musical em Portugal e no estrangeiro, destacando-se nos tops das rádios nacionais e mantendo uma presença sólida nas televisões e plataformas digitais.
No palco principal do festival, os irmãos António e Fradique estarão acompanhados por grandes nomes da música internacional. O dia 19 de julho contará ainda com atuações de Ozuna e Danny Ocean, criando um alinhamento que celebra a fusão de ritmos, culturas e estilos. O público pode esperar uma noite de puro espetáculo, onde a música lusófona e os sons do mundo se entrelaçam.
Um cartaz eclético e ambicioso
O MEO Marés Vivas 2026 reafirma-se como um dos festivais mais relevantes do panorama nacional, apostando numa programação diversificada que reúne talentos de várias gerações e géneros musicais. O evento, que decorre entre os dias 17 e 19 de julho, abre as suas portas com um cartaz de luxo.
No dia 17, os portugueses Da Weasel lideram uma noite que promete ser inesquecível, acompanhados pelo maestro Rui Massena & Orquestra, Plutonio, Myke Towers e Dealema. Já no dia 18, o palco será dividido entre os britânicos James, o icónico Seal e os portugueses Vizinhos, numa celebração que mistura rock alternativo, soul e pop.
A noite de encerramento, no dia 19, será marcada pelos ritmos vibrantes de Ozuna, o talento latino de Danny Ocean e os Calema, que regressam ao festival com a missão de conquistar corações e deixar novamente marcas de emoção na plateia.
Expectativas para 2026
Com este anúncio, o MEO Marés Vivas volta a destacar-se como um ponto de encontro da diversidade musical e cultural que caracteriza os grandes eventos internacionais. Os Calema, que já provaram ser sinónimo de sucesso no festival, prometem trazer um espetáculo renovado, repleto de novidades e momentos arrebatadores.
A combinação do talento nacional, representado pelos irmãos de São Tomé e por outros artistas portugueses, com os grandes nomes da música mundial, coloca o festival como um dos mais procurados do verão. A expectativa é alta, e todas as condições parecem estar reunidas para que esta edição seja recordada como uma das mais marcantes na história do MEO Marés Vivas.
Com o seu regresso ao festival, os Calema afirmam-se novamente como um dos maiores projetos musicais de Portugal, capazes de emocionar e unir diferentes culturas através da sua arte.
PORTA B — Jornalismo Cultural Independente | 7 de abril de 2026
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