MÚSICA

"Que mais há se não for o amor” marca o regresso de Tambor

Tambor regressa com "Que mais há se não for o amor", single de esperança que antecipa o álbum "A vida no Outono", já disponível nas plataformas digitais.

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Redação PORTA B

24 de fevereiro de 2026

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"Que mais há se não for o amor” marca o regresso de Tambor

“Que mais há se não for o amor” marca o regresso de Tambor

Depois de um período de silêncio nas edições discográficas, a banda portuguesa Tambor regressa ao panorama musical com um novo tema, “Que mais há se não for o amor”. A canção, já disponível em todas as plataformas digitais, assinala o início de uma nova etapa para a dupla composta por Alexandra Valentim e Fernando Martins, que prepara agora o lançamento do seu sétimo álbum de originais, intitulado “A vida no Outono”.

Um som acolhedor e uma mensagem de esperança

“Que mais há se não for o amor” apresenta-se como uma canção de esperança, que parece querer abraçar o ouvinte com a sua sonoridade acolhedora. Este novo tema reflete a maturidade artística dos Tambor, destacando-se pela sua qualidade intimista e pela profundidade emotiva das suas palavras.

Com letra e música assinadas por Alexandra Valentim e Fernando Martins, dois nomes que são o coração criativo da banda desde o seu início, a canção reafirma a essência dos Tambor enquanto contadores de histórias que tocam o íntimo de quem os escuta. A sonoridade do tema combina elementos orgânicos e quentes, numa produção cuidada que traduz o carácter humano e emocional da banda.

Colaborações e processos criativos

Além dos dois membros fundadores, o processo criativo de “Que mais há se não for o amor” contou com a colaboração de David Jerónimo, que também participou enquanto músico nesta faixa. A mistura e masterização ficaram a cargo de André Tavares, um nome que tem vindo a consolidar-se na produção musical nacional, garantindo um acabamento sonoro em linha com os elevados padrões que a banda sempre procurou manter.

Para acompanhar o lançamento, Tambor apostou num lyric video, da autoria de Gus Liberdade, que sublinha o envolvimento visual e emocional do tema. Este vídeo é uma oportunidade para os fãs se conectarem de forma ainda mais íntima com a mensagem da banda, enquanto decorrem os preparativos para o novo álbum, que promete explorar os temas universais da vida e do amor com a maturidade adquirida ao longo dos anos.

“A vida no Outono”: o que esperar do próximo álbum

“Que mais há se não for o amor” é o primeiro avanço de um projeto maior, “A vida no Outono”, que será o sétimo álbum de originais da banda. Ainda sem uma data oficial de lançamento, este novo disco é aguardado com expectativa pelo público, que tem vindo a acompanhar a evolução dos Tambor ao longo das últimas décadas.

O título do álbum parece sugerir uma introspeção sobre ciclos e mudanças, uma temática que tem sido um constante na obra da banda. O Outono, com as suas tonalidades melancólicas e reflexivas, encaixa naturalmente na visão artística de Tambor, cujas canções sempre souberam captar uma certa nostalgia e sensibilidade em relação à vida.

Este novo trabalho promete dar continuidade a esse legado, ao mesmo tempo que introduz novas abordagens e sonoridades, fruto de um processo criativo que não se fecha em fórmulas pré-definidas. Tambor continua, assim, a reinventar-se, mantendo uma ligação profunda com as emoções que marcam a condição humana.

Um regresso que celebra o amor

Com “Que mais há se não for o amor”, Tambor regressa à música de forma orgânica, centrando-se naquilo que sempre os definiu: a capacidade de criar canções que emocionam, questionam e acolhem. Este é um regresso que celebra o amor não apenas como tema, mas como força motriz para enfrentar os desafios e encontrar beleza mesmo nos momentos de maior fragilidade.

Para os fãs da banda e para os amantes de música portuguesa, este é um momento de celebração. Tambor, que há muito conquistou o seu lugar no coração do público, mostra que está pronto para continuar a trilhar um percurso marcado pela autenticidade e pela arte de bem contar histórias.

PORTA B — Jornalismo Cultural Independente | 24 de fevereiro de 2026

PORTA B — Este artigo representa a perspetiva independente da nossa redação. Jornalismo cultural crítico, sem financiamento corporativo ou estatal.

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